A Agonia
Duas coisas nunca devem estar perto uma da outra. É algo extremamente perigoso deixa-los juntos, já que dessa forma esses dois “objetos” liberam uma característica muito peculiar ao espírito humano: a inquietude. Os mais curiosos talvez se perguntem “Por que?”, os que gostam de contrariar dirão “Lógico que isso não existe” e os inquisitórios perguntaram “que coisas são essas?”. A essas perguntas responderei no final, antes prefiro descrever de uma forma diferente do normal os objetos que são pauta desse texto.
O primeiro objeto pode ser considerado uma grande arma. Já foi a gloria e a decadência de muitos homens. Tem poder inimaginável a pequenas cabeças. É, por muitas vezes, tratado com descaso. Por meio dele muitas almas são expostas e seguramente, se não existisse, esse texto também não existiria já que ele também foi um dos motivos de estar redigindo-o.
O segundo objeto é, ao mesmo tempo, o “nada” e o “tudo”. É nele onde se marca a história, mas não tem historia alguma. É onde as possibilidades estão em aberto, onde realmente você pode fazer o que quiser. Tem influência gigantesca na vida das pessoas que o utilizam extrapolando o usual. Seu ar de fragilidade normalmente não deixa as pessoas verem seu poder, que é tanto que me forçou, junto ao primeiro, a dar forma aos meus pensamentos.
Por fim, devo respostas àquelas que aventei no começo, mas só àquelas, porque a outras, se eventualmente existirem, não cabe a mim responde-las. Mas chega de explicações. Aos curiosos digo, quando juntos a inquietude humana se revela, já que se junta o poder de deixar marcado algo, uma necessidade humana. Aos “do contra”, a única coisa que falo é “tente ficar ao lado deles” e aos inquisitórios... A eles só tenho uma coisa a dizer: um papel em branco e caneta.

1 Comments:
PROSA!
PROSA!
PROSA,CAROS AMIGOS!!!!!!!!!!!!!
Nao resisti, li o final antes...
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